TSE veta missão internacional de observação para o pleito de 2026

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Neste mês, o Eurolat Global Democracy Forum solicitou credenciamento para acompanhar o processo eleitoral brasileiro, mas teve o pedido negado pela Corte Eleitoral.

Em uma decisão que reacendeu controvérsias sobre a autonomia e o controle institucional das eleições gerais de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o pedido de credenciamento formulado pelo EuroLat Global Democracy Forum para acompanhar o processo eleitoral brasileiro. 

De acordo com o ofício enviado ao Eurolat Global Democracy Forum (o fórum mencionado na postagem), a resposta veio da diretora Renata Gil. Ela informou que não será possível atender à solicitação, pois a observação eleitoral internacional no Brasil só ocorre por meio de missões de organismos internacionais ou instituições multilaterais formalmente convidadas pelo próprio TSE.

  • Não foi uma decisão do plenário do TSE (os ministros em sessão), mas uma aplicação administrativa da Resolução TSE nº 23.678/2021, que regula as Missões de Observação Eleitoral (MOEs).

  • O TSE convida previamente as entidades que considera aptas (ex.: OEA, União Europeia, Parlasul, Carter Center, Uniore, ROJAE-CPLP etc.).

  • Quem não for convidado formalmente não é credenciado. No caso, alegaram que o Eurolat não se enquadra como "organismo internacional" nos termos da norma.

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