STF vai gastar para monitorar opiniões e perfis nas redes sociais

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Além de coletar dados estatísticos, o tribunal busca entender quem são os principais detratores e como se articulam as críticas à instituição na internet.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início a um processo de contratação que promete gerar debate sobre privacidade e liberdade de expressão no ambiente digital. A Corte publicou a abertura de um pregão eletrônico visando a contratação de serviços especializados para o mapeamento e acompanhamento detalhado de interações nas redes sociais que envolvam a instituição e seus ministros.

O contrato prevê a análise contínua da presença digital do STF, com coleta e classificação de conteúdos publicados na internet. O valor máximo da contratação é de R$ 249,9 mil.

Um dos pontos que mais chama a atenção no escopo do serviço é a finalidade estratégica do monitoramento. Além de coletar dados estatísticos, o tribunal busca entender quem são os principais detratores e como se articulam as críticas à instituição na internet.

De acordo com a apuração, o foco da Corte é claro: o STF contrata monitoramento para saber quem são seus críticos nas redes, permitindo uma análise mais profunda sobre o impacto de campanhas de desinformação ou ataques coordenados à imagem do Judiciário.

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