PGR é a favor de domiciliar a Bolsonaro e PCDF conclui que presidente não cometeu no caso da pistola apreendida

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A decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes.

A PGR se manifestou a favor da manutenção da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Para Paulo Gonet, a arma encontrada com um segurança do ex-presidente não configura falta disciplinar capaz de alterar o regime atual.

A decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes.

Em relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) não indiciou Bolsonaro. Os investigadores constataram que a pistola possuía registro válido, confirmado pelo Exército, e não havia restrições que impedissem o presidente de mantê-la em sua residência. 

Já o agente do GSI Estácio Leite da Silva Filho foi indiciado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. De acordo com a PCDF, embora tivesse porte funcional, ele transportava uma arma registrada em nome de terceiro, em desacordo com o Estatuto do Desarmamento.

Em depoimento à PCDF, Bolsonaro afirmou que, após a apreensão de suas armas durante operação da Polícia Federal em 2025, solicitou que uma delas permanecesse na residência para defesa da casa, pois morava com mulheres. Ele relatou que o agente do GSI retirou a pistola sem autorização para verificar uma pane, mas negou má-fé por parte do militar.

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