O cenário político e midiático passou por uma transformação profunda nos últimos anos, e um sintoma recente resume essa mudança: a queda drástica de audiência e de engajamento dos tradicionais debates televisivos. O formato engessado das emissoras já não atrai mais o telespectador como antigamente, abrindo espaço para um novo protagonista na arena política — as redes sociais.

O Fenômeno do “Flop” na TV Aberta
Quando a transmissão de um debate de grande emissora, como a Band, registra índices pífios de repercussão e interesse popular, o sinal de alerta é ligado para os marqueteiros e candidatos.
Perda de dinamismo: O modelo clássico de confronto na televisão, marcado por regras rígidas de tempo, réplicas cronometradas e pouca profundidade, passou a ser visto pelo público como um formato cansativo.
Desinteresse geracional: As novas gerações de eleitores não consomem mais a programação linear da TV aberta, preferindo buscar informações de forma fragmentada e sob demanda.
Falta de espontaneidade: O excesso de formalismo e mediação engessada afasta o telespectador que busca debates mais diretos e assertivos.
Até Kassab dormiu quando seu candidato falava:



