Mendonça afasta Andrei Rodrigues e aponta monitoramento irregular da PF por mais de 1 mês, Eduardo Bolsonaro se manifesta

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Na avaliação do relator, o acervo probatório e os relatórios produzidos revelaram uma atuação paralela e de extrema gravidade dentro da instituição de segurança. 

André Mendonça afastou Andrei Rodrigues do comando da PF e Leandro Almada da Inteligência. A decisão veio após o Novo pedir também a PRISÃO PREVENTIVA DE ANDREI, pedido que não foi atendido. Mendonça apontou monitoramento ilegal e sistemático. A 2ª Turma formou maioria para manter o afastamento.

ENTENDA O CASO

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou em sua decisão que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ter sido alvo de um monitoramento sistemático e ilícito por parte da inteligência da corporação. De acordo com os fundamentos expostos pelo magistrado, tanto ele quanto o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, figuraram como alvos de vigilância e coleta dirigida de informações ao longo de mais de 30 dias. 

A medida drástica, oficializada nesta terça-feira (8), atende parcialmente a uma representação apresentada pelo partido Novo e atinge também o delegado Leandro Almada, chefe da inteligência policial. Na avaliação do relator, o acervo probatório e os relatórios produzidos revelaram uma atuação paralela e de extrema gravidade dentro da instituição de segurança. 


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