André Mendonça afastou Andrei Rodrigues do comando da PF e Leandro Almada da Inteligência. A decisão veio após o Novo pedir também a PRISÃO PREVENTIVA DE ANDREI, pedido que não foi atendido. Mendonça apontou monitoramento ilegal e sistemático. A 2ª Turma formou maioria para manter o afastamento.
ENTENDA O CASO
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), revelou em sua decisão que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ter sido alvo de um monitoramento sistemático e ilícito por parte da inteligência da corporação. De acordo com os fundamentos expostos pelo magistrado, tanto ele quanto o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, figuraram como alvos de vigilância e coleta dirigida de informações ao longo de mais de 30 dias.

