Após ampla pesquisa utilizando dados oficiais da Serasa Experian, principal fonte de estatísticas sobre insolvência empresarial no país, verificamos que o governo Lula registrou alta de falência de empresas no país.
Os dados mostram um aumento significativo nos pedidos durante o governo Lula (2023-atual), atingindo recordes históricos desde o início da série da Serasa (2005/2014). Isso reflete desafios econômicos como juros altos (Selic acima de 10% desde 2021), restrições de crédito, inflação persistente e endividamento corporativo elevado.
Abaixo, um resumo por governo, baseado em fontes (incluindo Serasa, FecomercioSP, IBGE e análises de veículos da velha mídia).

Nocividade ao País e Consequências
O aumento de insolvências empresariais é altamente nocivo, pois erode a base produtiva do Brasil, que depende de empresas para gerar 70-80% dos empregos formais (dados IBGE).
Com 8 milhões de empresas inadimplentes em 2025, o país enfrenta uma "crise silenciosa" que afeta principalmente micro/pequenas (94% dos casos), setores de serviços (52,8% dos inadimplentes) e agro (alta em RJ rurais).
Isso compromete o crescimento sustentável, ampliando desigualdades e pressionando o Estado, com riscos de recessão se não houver reformas (ex.: corte de juros, desburocratização).
Consequências principais:
Desemprego e pobreza: Cada falência média afeta 10-50 empregos; em 2024-2025, isso pode somar milhões de perdas, elevando desemprego (já em 8-10%) e insegurança alimentar (afetando 20-30% da população).
Queda no PIB e arrecadação: Reduz atividade econômica (perda de 1-2% no PIB por ano em cenários de alta insolvência), com rombo fiscal (menos impostos, mais gastos sociais); dívida corporativa soma R$ 193 bilhões.
Efeitos em cadeia: Bancos restringem crédito (inadimplência média de 7,3 dívidas por empresa), freando investimentos; 37-40% das RJ terminam em falência, agravando ciclos viciosos.
Longo prazo: Desindustrialização acelera (indústria perde 3-5% de empresas/ano), com migração de capitais para fora (ex.: Taurus); recuperação pode levar 5-10 anos, como pós-2016.