A respeitada revista britânica The Economist estampou em suas páginas um duro editorial classificando a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) como uma ameaça concreta à estabilidade democrática do Brasil. A publicação internacional concentrou suas críticas no ativismo judicial exacerbado, na supressão de contrapesos institucionais e na concentração desmedida de prerrogativas nas mãos de ministros da mais alta corte do país.

