É MENOS ARRISCADO fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades, diz presidente da UNAFISCO

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Cabral criticou a operação da Polícia Federal e afirmou que a medida tem impacto direto sobre a atuação dos auditores.

Presidente da Unafisco Nacional, Kleber Cabral, se manifestou após decisões de Alexandre de Moraes de punições e afastamente de servdores

“Hoje é menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades”, diz presidente da Unafisco Nacional após caso de vazamento de dados de ministros do STF.

Cabral criticou a operação da Polícia Federal e afirmou que a medida tem impacto direto sobre a atuação dos auditores.

“Esse tipo de medida busca humilhar, constranger e amedrontar. Se você perguntar hoje quem está disposto a organizar um grupo de fiscalização para investigar autoridades, provavelmente não encontrará ninguém. Tornou-se menos arriscado fiscalizar membros do PCC do que altas autoridades da República”, declarou.



Assista:

Auditor confirmou que acessou dados de parente de Gilmar Mendes, diz presidente da Unafisco

"Esse auditor, que é do interior de São Paulo, ele falou sim. Ele foi ouvido, não pela Polícia Federal, foi ouvido pela administração da Receita. Que ele teria feito um acesso em meados de novembro do ano passado e aí ele lembrou disso e fez a explicação: Ele estava atrás de saber se essa pessoa era uma ex-mulher, enfim, um parente de mesmo sobrenome que tinha sido amigo dele de longa data, então fez isso. Pode fazer isso? Não pode", afirmou Cabral ao Estúdio i.

Ainda de acordo com ele, o auditor não ultrapassou a tela de vínculo de parente. "Ele só ficou naquela telinha inicial de início, de parente. De uma declaração de 2008, ou seja, quem é que vai querer pegar dados de alguém de 2008 para acessar hoje?", questionou.

Cabral afirmou que ou auditor negou ter acessado dados sigilosos de contas bancárias. "Não tem absolutamente nada a ver com o fatos que estariam sendo investigados".

A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Salvador e também no Guarujá e em São José do Rio Preto, em São Paulo. As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, a partir de uma representação da Procuradoria-Geral da República

 

 
 
reginaldod
reginaldod پہلے 3 گھنٹے
Investigar Xandão e família é assim , ele inventa que e afronta ilegal ao STF e parte pra vingança inventando ilegalidades e só para quando mata seu desafeto.
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