Em 2026, o Impostômetro alegremente furou a marca dos R$ 2 trilhões sugados do bolso do brasileiro em impostos, taxas e contribuições diversas.
Mas a grande piada nacional continua sendo a mesma: cadê esse dinheiro na vida real do cidadão?


A fila do SUS segue mais longa que rodovia em dia de feriado. A educação continua um verdadeiro desastre, formando analfabetos funcionais em escala industrial. Segurança? Só se você morar dentro de um forte ou for amigo do governador. Infraestrutura? Tem buraco no asfalto que já virou ponto turístico.
No supermercado, o carrinho chora antes mesmo de chegar no caixa. As famílias estão mais endividadas que nunca, o poder de compra encolheu tanto que até sonho de consumo virou luxo.
O absurdo não está só no tamanho da conta que o governo cobra. O escárnio maior é o tamanho do desprezo com o que devolvem pra quem paga a nota. Porque no final do mês o brasileiro não senta pra admirar o recorde de arrecadação. Ele sente na pele a porcaria dos serviços que recebe.

R$ 2 trilhões. Dois milhões de milhões. E o que o povo ganha em troca? Uma conta salgada todo santo dia, isso sim. Aí surgem as perguntas que ninguém quer responder em voz alta:
O que ainda faz tanta gente votar no Governo Lula mesmo com esse circo?
O que mantém os indecisos fingindo que não estão vendo?
E o que leva a tal “terceira via” a achar que existe caminho mágico que não passa pela realidade?