O Partido Liberal (PL) apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma denúncia que expõe uma sofisticada estrutura digital de perfis fantasmas usada para despejar notícias falsas sistematicamente contra o senador Flávio Bolsonaro e outros políticos de direita.
A ação, protocolada na última sexta-feira (17/07), revela um esquema que, segundo as investigações preliminares, envolve dezenas de contas falsas, impulsionamento pago irregular e um volume financeiro estimado em cerca de R$ 3 milhões.
Censura e Muito Dinheiro

Este cenário ganha ainda mais gravidade no contexto de medidas adotadas pelo governo PT/Lula, como os dois decretos assinados em maio de 2026 que entram em vigor nesta segunda-feira (20 de julho), aumentando a responsabilidade das big techs e atribuindo à ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) poderes de regulação, fiscalização e apuração sobre conteúdos nas redes sociais — medidas criticadas pela oposição como risco de censura prévia e controle assimétrico.
O governo também destinou recursos significativos a monitoramento, como os R$ 54 milhões para a “rede Minerva” (executada pelo Ibict) e dezenas de milhões em contratos da Secom para análise de redes e combate ao que eles chamam de desinformação (ex.: R$ 98 milhões autorizados para auditoria pelo TCU), valores considerados desproporcionais em relação às possibilidades da oposição.

