Pela primeira vez na história, o Brasil designou 2 oficiais generais — um do Exército e outro da Marinha — para residirem permanentemente na China como adidos militares, conforme decreto publicado em junho de 2025.
Oficiais do Exército e da Marinha vão atuar como adidos de defesa no regime Chinês. A medida está confirmada no decreto 12.480 de 02/06/2025
A decisão marca uma ruptura com a tradição de décadas de priorização quase exclusiva dos Estados Unidos como principal interlocutor estratégico das Forças Armadas brasileiras, onde até então apenas os EUA contavam com adidos nesse nível hierárquico.
A medida é interpretada por analistas como um gesto político com forte impacto geopolítico, e vem em meio ao estreitamento das relações entre Brasil e China no âmbito do BRICS, da indústria bélica e do agronegócio. Em resposta, o governo dos EUA endureceu sua postura, com o presidente Donald Trump anunciando tarifas de 50% sobre produtos agrícolas brasileiros e o Senado americano iniciando uma investigação formal sobre a presença chinesa no agronegócio nacional.