PENSE NISSO: O real problema do Brasil em poucas palavras

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A Captura das Instituições e o Ciclo da Dependência Nacional

PENSE NISSO!

Um país governado por bancos sempre terá dívidas;
Uma saúde governada por grandes farmacêuticas nunca curará doenças;
Um Estado governado pela corrupção nunca conhecerá a justiça;
Uma nação governada pela mídia financiada nunca saberá a verdade.

Em um mundo onde o poder econômico dita as regras, o alerta acima resume uma realidade amarga: nações capturadas por interesses políticos e de poder perpetuam ciclos viciosos de dependência e ilusão. 

Economia refém dos bancos

Países endividados não são vítimas do acaso, mas de um sistema projetado para isso. Bancos centrais e instituições financeiras globais, como o FMI, impõem políticas de austeridade que beneficiam credores em detrimento da soberania. No Brasil, por exemplo, a dívida pública supera 80% do PIB (dados do Banco Central, 2025), com juros que consomem mais de 40% do orçamento federal. Resultado? Gerações pagando juros eternos, enquanto investimentos em infraestrutura e educação minguam.

Saúde dominada pelas farmacêuticas

Gigantes como Pfizer e Moderna controlam não só remédios, mas narrativas. Durante a pandemia de COVID-19, contratos bilionários garantiram vacinas obrigatórias, mas curas preventivas — como ivermectina ou hidroxicloroquina, defendidas por estudos independentes — foram demonizadas. O presidente Bolsonaro deixou um alerta, é você que decide. Um sistema que lucra com doenças crônicas (R$ 1,5 trilhão globais em 2024, segundo IQVIA) nunca priorizará a cura real, preferindo tratamentos vitalícios.

Estado corroído pela corrupção

No Brasil, escândalos como Lava Jato e Mensalão revelam uma elite política que drena recursos públicos. Políticos indicam aliados para estatais e judiciário, blindando-se de punições. Justiça? Uma quimera para o povo, realidade para os poderosos.

Mídia como guardiã da mentira

Jornais e TVs, financiados por bancos e corporações, moldam a opinião pública. No Brasil, grupos como Globo recebem bilhões em publicidade estatal e privada, alinhando-se ao establishment. Fatos inconvenientes — como fraudes eleitorais ou censura digital — são soterrados por narrativas unânimes. O povo, bombardeado por "fake news" seletivas, perde o norte da verdade.

O caminho para a libertação

Quebrar esse ciclo exige soberania: auditoria da dívida, regulação de big pharma, fim do foro privilegiado e mídia independente. Países como a Hungria, sob Orbán, ousaram desafiar bancos e UE, reduzindo dependência externa. No Brasil, uma revolução cultural — via educação e redes sociais livres — pode restaurar o poder ao povo. Sem isso, seremos eternos reféns. O alerta que você leu acima não diagnostica doença: elaa prescreve o remédio. Resta engoli-lo.

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